quarta-feira, 6 de junho de 2012

Músicas infantis


     A barata

A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !
A Barata diz que tem um sapatinho de fivela
É mentira da barata,  o sapato é da mãe dela
Ah ra ra, Iu ru ru, o sapato é da mãe dela
A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim
A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura
A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado

A canoa virou,
Deixá-la virar,
Por causa da (nome de pessoa)
Que não soube remar.
Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,
Tirava (nome da pessoa)
Do fundo do mar.
 CARANGUEJO

Palma,palma,palma
PÉ,pé,pé
Roda, roda,roda,
Caranguejo, peixe é

Caranguejo não é peixe
Caranguejo, peixe é
Caranguejo só é peixe
Na enchente da maré

Ora palma, palma, palma
Ora, pé, pé, pé
Ora roda, roda ,roda
Caranguejo, peixe é!

_ PARTICIPANTES No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em roda.
_ COMO BRINCAR As crianças giram e, no verso “Ora, palma, palma, palma!”, todas batem palmas; em “Ora, pé, pé, pé!”,
batem os pés no chão; e ao cantar “Ora, roda, roda, roda”, giram de mãos dadas até o fim da música. No último verso, “Caranguejo peixe é!”, elas agacham






João trabalha com um martelo

João trabalha com 1 martelo
João trabalha com 1 martelo (fazer o movimento do martelo com um dos braços)
Agora trabalha com 2 (mexer os dois braços)

João trabalha com 2 martelos
João trabalha com 2 martelos
Agora trabalha com 3 (mexer os braços e uma perna)
João trabalha com 3 martelos
João trabalha com 3 martelos
Agora trabalha com 4 (mexer os braços e as pernas)

João trabalha com 4 martelos
João trabalha com 4 martelos
Agora trabalha com 5 (mexer os braços, as pernas e a cabeça)

João trabalha com 5 martelos
João trabalha com 5 martelos
Agora vai descansar (relaxar o corpo)

A Barca Virou

A barca virou,
No fundo do mar,
Porque a (nome da pessoa)
Não soube remar.
Adeus (nome da pessoa) !
Adeus, Maranhão !
Adeus, (nome da pessoa) !
Do meu coração !

Essa cantiga é uma variação de “A Canoa Virou” e pode ser usada em brincadeira de roda.
Como usar em brincadeira de roda:
As crianças de mãos dadas formam uma roda e giram cantando. A criança cujo nome foi mencionado nas quadras, sai da roda.
Repetem-se as quadras, citando-se o nome de cada criança que estava à esquerda daquela que saiu. Prossegue a brincadeira até que a roda desapareça.

 Indiozinhos

Um, dois, três indiozinhos
Quatro, cinco, seis indiozinhos
Sete, oito, nove indiozinhos
Dez num pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando um jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase, quase virou,
Mais não virou.

Ótimo para incentivar as crianças a começarem a contar.






 Janelinha

A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Se o sol está aparecendo

Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou.
Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.

Otima para conversar com as crianças, falar que mentir é muito feio e que a mentira tem perna curta.


 EU VI O SAPO

EU VI O SAPO
NA BEIRA DO RIO
DE CAMISA VERDE
SENTINDO FRIO
NÃO ERA SAPO
NEM PERERECA
ERA O (nome da criança) SÓ DE CUECA


LOJA DO MESTRE ANDRÉ

Ai olé , ai olé
Foi na loja do mestre André

Foi na loja do mestre André
Que eu comprei um pianinho
Plim, plim, plim, um pianinho

Foi na loja do mestre André
Que eu comprei um violão
Dão, dão, dão um violão
Plim, plim plim, um pianinho

Foi na loja do mestre André
Que eu comprei uma flautinha
Fá, flá, flá, uma flautinha
Dão, dão, dão um violão
Plim, plim plim, um pianinho


TEREZINHA DE JESUS
Terezinha de Jesus
De uma queda foi ao chão
Acudiram três cavaleiros
Todos três chapéu na mão
O primeiro foi seu pai
O segundo seu irmão
O terceiro foi aquele
Que a Tereza deu a mão



ESCRAVOS DE JÓ

ESCRAVOS DE JÓ
JOGAVAM CAXANGÁ
TIRA,PÕE, DEIXA FICAR
GUERREIROS COM GUERREIROS
FAZEM ZIGUE,ZIGUE,ZÁ

_ MATERIAL Uma pedrinha para cada criança ou qualquer outro objeto pequeno.
_ PARTICIPANTES No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em círculo, sentados no chão.
_ COMO BRINCAR Cada um coloca uma pedrinha à sua frente. Enquanto canta, a criança pega a sua pedra e coloca na frente do colega, sentado à sua direita. Nos versos “Tira, põe / Deixa ficar!”, todas tiram a pedrinha da frente do colega, colocam na sua frente e a deixam ali por alguns segundos. Quando cantam “Guerreiros com guerreiros”, as crianças retomam os movimentos até o verso “Fazem zigue, zigue, zá!” Nesse momento, os participantes seguram a pedra movimentando-a de lá para cá e deixando-a, por fim, na frente do colega.

 FUI AO MERCADO

FUI AO MERCADO COMPRAR CAFÉ
E A FORMIGUINHA SUBIU NO MEU PÉ
EU SACUDI, SACUDI, SACUDI
MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR

FUI AO MERCADO COMPRAR BATATA ROXA
E A FORMIGUINHA SUBIU NA MINHA COXA
EU SACUDI,SACUDI, SACUDI
MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR

FUI AO MERCADO COMPRAR LIMÃO
E A FORMIGUINHA SUBIU NA MINHA MÃO
EU SACUDI, SACUDI, SACUDI
MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR

FUI AO MERCADO COMPRAR JERIMUM
E A FORMIGUINHA SUBIU NO MEU BUMBUM
EU SACUDI, SACUDI, SACUDI
MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR

 Rosa juvenil

A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil
A linda Rosa juvenil, juvenil
Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar
Vivia alegre no seu lar, no seu lar
Um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má
Um dia veio uma bruxa má, muito má
E adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim
E adormeceu a Rosa assim, bem assim
E o tempo passou a correr, a correr, a correr
E o tempo passou a correr, a correr
O mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
E o mato cresceu ao redor, ao redor
Um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei
Um dia veio um belo rei, belo rei
E despertou a Rosa assim, bem assim, bem assim
E despertou a Rosa assim, bem assim
E tudo ficou bem feliz, bem feliz, bem feliz
E tudo ficou bem feliz, bem feliz



Casinha

Fui morar numa casinha- nha
Infestada- da de cupim- pim- pim
Saiu de lá- lá- lá
Uma lagartixa- xá
Olhou pra mim
Olhou pra mim e fez assim:
Smack! Smack

Fui morar numa casinha - nha
infestada-da de morceguinho-nho
saiu de lá - lá - lá
uma bruxinha - nha
olhou pra mim
olhou pra mim e fez assim
(dar uma gargalhada)

Fui morar numa casinha - nha
infeitada-da de florzinha - nha
saiu de lá - lá - lá
uma princesinha - nha
olhou pra mim
olhou pra mim e fez assim
(mandar beijinhos)


 A galinha do vizinho

A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!

Brincadeira:
Com ela, a turminha vai aprender a contar
_ PARTICIPANTES: No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em roda.
_ COMO BRINCAR As crianças cantam a música e ao chegar ao número dez dão um pulo e se agacham.
recomeçam.


PEIXE VIVO
Como pode um peixe vivo
viver fora d'água fria
(BIS)
Como poderei viver?
Sem a tua
Sem a tua
Sem a tua companhia
As pastoras dessa aldeia
já me fazem zombaria
(BIS)
Por viver assim chorando
Por viver assim tão só
Sem a tua
Sem a tua
Sem a tua companhia
(BIS)

SAMBA-LÊ-LÊ
Samba-lê-lê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba lê lê precisava
É de uma boa lambada
Samba, samba, samba o lê lê
Samba na barra da saia o lá lá
(BIS)
Olhe morena bonita
Como é que se namora?
Põe-se um lencinho no bolso
Com as pontinhas de fora
Samba, samba, samba....
(BIS)

MEU GALINHO
 Há três noites que eu não durmo, o lá lá
Pois perdi o meu galinho, o lá lá
Coitadinho, o lá lá, pobrezinho, o lá lá
Se perdeu lá no jardim
Ele é branco e amarelo, o lá lá
Tem a crista vermelhinha, o lá lá
Bate as asas, lá lá, abre o bico, o lá lá
Ele faz Qui-ri-Qui-Qui

O CRAVO E A ROSA
O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido
A rosa despedaçada
O cravo ficou doente
A rosa foi visitar
O cravo teve um desmaio
E a rosa pôs-se a chorar

CAPELINHA DE MELÃO
Capelinha de melão
É de São João
É de cravo, é de rosa
É de mangericão
São João está dormindo
Não me ouve não
Acordai, acordai
Acordai, João


CARANGUEJO
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Caranguejo só é peixe
Na enchente da maré
Palma, palma, palma
Pé, pé, pé
Roda, roda, roda
Caranguejo peixe é

FUI NO ITORORÓ
Fui no Itororó
Beber água não achei
Achei foi a morena
Que no Itororó deixei
Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada
Se não dormir agora
Dormirás de madrugada
Ó Maria
Ó Mariazinha
Entra nessa roda
E dançará sozinha
Sozinha eu não danço
Nem hei de dançar
Porque tenho a Olívia
Para ser meu par
Ponha aqui o seu pezinho
bem juntinho ao pé do meu
E depois não vá dizer
Que você se arrependeu
(BIS)




De olhos vermelhos De pêlos branquinhos De passo ligeiro Eu sou o coelhinho. Sou muito assustado Porém sou guloso Por uma cenoura Já fico manhoso. Eu pulo pra frente Eu pulo pra trás Dou mil cambalhotas Sou forte demais. Comi uma cenoura Com casca e tudo. Tão grande ela era… Fiquei barrigudo!





Casinha

Eu tenho uma casinha
Que é assim, assim
E pela chaminé sai a fumaça
Assim, assim
E quando eu quero entrar
Bato na porta assim, assim
Eu entro na casinha
Assim, assim, assim

Repete 4 vezes












A formiguinha corta a folha e carrega
Quando uma deixa a outra leva
A formiguinha corta a folha e carrega
Quando uma deixa a outra leva

Veja que mistério glorioso
Uma formiguinha ensinando o preguiçoso
Veja que mistério glorioso
Uma formiguinha ensinando o preguiçoso

Deus não quer preguiçoso em sua obra
Deus não quer preguiçoso em sua obra
Porque senão, o tempo sobra
Porque senão, o tempo sobra

Oh, formiguinha hoje eu vim lhe agradecer
Pela lição que aprendi com você
Oh, formiguinha hoje eu vim lhe agradecer
Pela lição que aprendi com você

Veja que mistério glorioso
Uma formiguinha ensinando o preguiçoso
Veja que mistério glorioso
Uma formiguinha ensinando o preguiçoso

Deus não quer preguiçoso em sua obra
Deus não quer preguiçoso em sua obra
Porque senão, o tempo sobra
Porque senão, o tempo sobra




Era uma casa

Música: Vinicius de Moraes
Era um casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia entrar nela não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque pinico não tinha ali

Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos
Número zero
BIS











O Pato

Música: Vinicius de Moraes
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há.

O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela.




A Dona Aranha

A dona aranha
Subiu pela parede
Veio a chuva forte
E a derrubou

Já passou a chuva
O sol já vem surgindo
E a dona aranha
Continua a subir

Ela é teimosa
E desobediente
Sobe, sobe, sobe
E nunca esta contente






O Sapo não lava o pé

O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé
Porque não quer
Mas que chulé!





Aquarela

Música: Toquinho
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva
Norte e Sul
Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando,
É tanto céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
E se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida,
Depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia enfim descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
Que descolorirá
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Que descolorirá
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Que descolorirá




O Cravo Brigou com a Rosa

O Cravo brigou com a Rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo saiu ferido
A Rosa despedaçada.

O Cravo ficou doente
A Rosa foi visitar
O Cravo teve um desmaio
A Rosa pôs-se a chorar







Boneca de lata

Minha boneca de lata caiu com a cabeça no chão
Levou mais de uma hora pra fazer a operação
Desamassa aqui, pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com um braço no chão
Levou mais de duas horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com o outro braço no chão
Levou mais de três horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com uma perna no chão
Levou mais de quatro horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com a outra perna no chão
Levou mais de cinco horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com o corpo no chão
Levou mais de seis horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, pra ficar bom
Minha boneca de lata caiu com o bumbum no chão
Levou mais de sete horas pra fazer a operação
Desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, desamassa aqui, pra ficar bom
Ficou bom!







sábado, 14 de abril de 2012

DIA DO ÍNDIO



Todo dia é dia de índio?
Sim, pois não adianta somente lembrar dos índios apenas um dia. Eles fazem parte de nossa história e têm muito a nos ensinar. Mas, justamente por serem importantes, foi reservada uma data no calendário anual para comemorar o Dia do Índio, que é 19 de abril.
Quer saber porque esse dia? Bem, é que nessa data, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México, com objetivo de divulgar a cultura indígena em toda a América e também para que os governos criassem normas em relação à qualidade de vida dos povos indígenas, que ainda sofriam com a discriminação do homem branco.

COMO VIVEM

Como vivem os índios?
Quando observamos uma aldeia indígena na televisão ou em revistas podemos perceber que o modo de vida dos índios é bem diferente do nosso, não é mesmo? Pois realmente é, mas com aspectos interessantes que valem a pena conhecer!
Os índios vivem de forma muito organizada e harmônica. Cada tribo tem um cacique, que é o chefe e um pajé, que é uma espécie de médico para eles. Os pajés conhecem tudo sobre males do corpo e do espírito e também quais as plantas e ervas que podem ser utilizadas em cada caso.
A aldeia onde vivem é chamada de taba e nela existem dois tipos de casas: as simples, onde vivem apenas uma família e são chamadas de ocas e as casas coletivas, que são chamadas de malocas.
As casas são construídas com uma mistura de barro e sua estrutura é sustentada por pedaços de madeira. Para fazer os telhados, os índios utilizam palha trançada ou grandes folhas de árvores.
Esta forma de construção é barata e segura para algumas regiões sem muitas variações climáticas, por isso é utilizada em alguns locais do Brasil, principalmente no Nordeste e na Amazônia. São as casas de pau-a-pique.

ONDE VIVEM


Onde estão os índios brasileiros?
Vivem em áreas espalhadas por todos os Estados, mas a maior parte das terras e da população indígena está mesmo é na Amazônia.
Como é a língua indígena?
Você acha que os índios falam outra língua? Não é bem assim!!! Os povos que habitavam o litoral do Brasil usavam principalmente a língua Tupi e muitas palavras da língua portuguesa tem origem no tupi-guarani. Quer conhcer algumas? Veja só: arara, capim, catapora, cipó, cuia, cumbuca, cupim, jabuti, jacaré, jibóia, jururu, mandioca, mingau, minhoca, paçoca, peteca, pindaíba, pipoca, preá, sarará, tamanduá, tapera, taquara, toca, traíra, xará... Muitas, não? E pode ter certeza que há muito mais!

SUAS ARMAS 

Armas

Os índios sempre foram valentes! Eles utilizam vários tipos de armas, confeccionadas pelos homens da tribo e que não tem apenas a finalidade de guerrear, mas também são utilizadas para a caça. As armas indígenas são bem diferentes das que conhecemos, pois não utilizam metais e sim materiais disponíveis na natureza, como madeira, ossos e principalmente pedras. Vamos conhecer algumas armas indígenas?
ARCO E FLECHA É a principal arma dos indíos. Devido à sua cultura, as atividade de caça são constantes entre os homens que, desde a infância, treinam com os arcos e adquirem grande habilidade em seu manejo. Os arcos são de madeira e o alcance da flecha pode atingir 30 metros.
BORDUNA Esta é uma arma importante para a guerra e só é usada nessas ocasiões, sendo muito diferente do arco e flecha que tem utilização diária. A borduna é uma arma muito simples: um pau pesado em uma extremidade, que causava danos pelo impacto direto.
LANÇA A lança é uma arma menos utilizada e tem também a função específica na caça e pesca. Existem lanças de uso a pé ou a cavalo.

UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS

Utensílios domésticos
Existem algumas coisas que utilizamos em nosso cotidiano que nem damos mais muita importância, não é mesmo? Um colar, um pente ou mesmo uma vasilha para colocar o arroz. Quem se lembra desses utensílios com frequência e guarda como se fossem os únicos?
Pois os índios confeccionam todos esses objetos e dão muito valor a eles. Os índios acreditam que não são eles que produzem esses utensílios, mas uma força superior, que "comanda" as mãos deles durante a confecção. Assim eles dão muito valor a tudo que fazem, principalmente o que é usado nos rituais.
Veja quantos utensílios diferentes os índios produzem:
Cerâmicas feitas pelas mulheres, que usam barro adequado, muitas vezes misturam argila, grânulos diversos ou cacos velhos bem triturados. São utilizados para buscar, guardar e servir água, para preparar e servir bebidas fermentadas de milho e mandioca, para armazenar produtos e cozinhar os alimentos.
Ferramentas como machados, feitos em pedras que servem para a derrubada do mato.
Adornos* feitos com dentes, penas e unhas de animais ou com rodelas de casca de caramujos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Significados de alguns símbolos Pascais

O ovo simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a  Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos.  Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma. 
 
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau,  quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao  tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.

Os coelhos surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.

 A cruz mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus Cristo. Desde a ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo. 
 

Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de  Páscoa, é feita  a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.
 
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. No Novo Testamento, simboliza Cristo  que é o Cordeiro de Deus sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, seu rebanho. 

O pão e o vinho eram, na Antigüidade, a comida e bebida mais comuns. Jesus Cristo  se serviu desses alimentos  para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e a vida eterna.

As vestes brancas usadas na celebração pascal retomam  a passagem referente à  transfiguração de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e  a plenitude. 
As  velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais. 
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo". 
O círio pascal é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos, em Cristo. As palavras "Alfa e Ômega" nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".

Colomba ou Pomba Pascal - De origem italiana,  a colomba é bem semelhante ao panetone de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Músicas para educação infantil






 Retirei estas músicas da coleção TURMINHA FELIZ, das autoras Graça Batitucci, Graça Boquet e Flávia Rezende, que publicam coleções ótimas para as séries iniciais, quem ainda não conhece vale a pena conhecer!!!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

De olho na ortografia

Aula Criativa de Ortografia

Maravilhosa aula de Português!!! Este texto encontrei no blog da Priscila Conte o texto é de Glorinha Aguiar. Uma professora de Português me pediu para dar uma aula de ORTOGRAFIA com metodologia criativa porque ela não tinha ideia de como seria essa aula. Dizia que achava muito difícil ensinar gramática... criativamente; que ela era muito importante nos processos seletivos, mas já estava quase desistindo de ensinar a ortografia com todas as suas regras porque os alunos não decoravam. Escreviam tudo errado como se estivessem no 1º ano e não no 8º. Respondi que eu poderia dar essa aula, não só falando, mas, sim, trabalhando na sala de aula com os alunos, pois eles eram o meu laboratório. Depois ela faria a avaliação da metodologia criativa e poderia recriar tudo, de acordo com a sua individualidade. Então, lá fomos nós ao 8º ano D, que era uma turma em que eu dava aula. A proposta criativa era o desenvolvimento da percepção auditiva – a professora de Português não entendeu, pois havíamos combinado que o assunto seria ORTOGRAFIA. Coloquei uma música no aparelho de som e cada aluno tentaria copiar no caderno pedaços dos versos, das palavras ou de qualquer coisa ligada ao poema. Depois, tentaríamos montá-lo na lousa, cada um ajudando da melhor forma possível. Então surgiu a primeira surpresa: o exercício de atenção, concentração e percepção auditiva foi tão grande que a professora de Português ficou espantada. Mas ainda permanecia a dúvida: onde estava a aula de ortografia? Terminada a audição, eu escrevi na lousa o título da música e o nome do autor. Um aluno escreveu o começo do primeiro verso, outro pegou algumas palavras do meio, outro pegou um pouco do fim... Na segunda audição, todos os alunos estavam com as antenas superligadas na aula, voltaram na lousa e quase conseguiram montar o poema inteiro. Novo exercício de percepção, audição, e finalmente conseguiram escrever o poema inteiro. Nesse momento, a música já tinha sensibilizado toda a turma e todos estavam muito motivados para cantar e dançar. E a atividade continuou de forma lúdica. "Agora nós vamos brincar que somos cantores e que nosso coral está ‘arrasando’. Ao mesmo tempo, vamos observar que nos enganamos na ortografia de algumas palavras. Quem quiser poderá ir consertar na lousa e organizar os versos.” O coral foi uma beleza e os alunos cantavam com expressão facial e corporal, libertando seus braços e suas emoções. E a ortografia ficou perfeita. Tudo corrigido, pelos próprios alunos, começamos o "jogo de associação de ideias". Um aluno escreveria na lousa lateral uma palavra do poema e os colegas acrescentariam outras de difícil ortografia, fazendo associação de ideias. Um aluno soletraria em voz alta e a classe toda faria um coro falado, soletrando cada palavra duas vezes, como exercício de ritmo e fixação. Na primeira vez, o coro falaria bem baixinho e na segunda, mais forte. Proposta para a próxima aula: pesquisar em casa, no livro de Português, palavras de difícil ortografia e significado, escrever em folhas de papel, com canetas coloridas, criar frases afetivas e humorísticas com elas e apresentá-las para os colegas, organizando um mural. Além disso, poderiam apontar uma palavra do mural e explicar a regra de ortografia. Para fixar mais, um aluno falaria uma regra e os colegas mostrariam as palavras do mural (ou de cabeça) que encaixassem naquela regra. Encerrando, o coral cantaria novamente com expressão corporal, de costas para o poema escrito na lousa, tentando desenvolver a memória visual. Em uma folha de papel poderiam escrever as emoções sentidas e porquê essa aula foi importante para sua vida. AVALIAÇÃO FEITA PELOS ALUNOS (objetivos atingidos) - Aprendemos a nos concentrar, trabalhar em grupo, respeitar a correção do colega, cantar em conjunto sem inibição ou exibicionismo, trabalhar com a ortografia das palavras e com os versos de um poema admirando a criatividade, a sensibilidade do compositor, do interprete, o ritmo, a emoção causada pela música, o poder das palavras, dos versos, e que gramática não é bicho-de-sete-cabeças. Fazer pesquisas e trabalhar em grupo cria motivação e laços afetivos. AVALIAÇÃO DA PROFESSORA DE PORTUGUÊS - Nunca vi um trabalho tão produtivo, tão simples, tão criativo, tão educativo, tão lúdico como este e com resultados maravilhosos. Os alunos aprenderam muito e o professor apenas coordenou a atividade, motivou e acreditou nos alunos, que ficaram encantados com a música, o coral e a aula de ortografia. Depois de uma aula assim, tenho certeza de que eles estarão sempre atentos à forma correta de escrever uma palavra ou um texto. MINHAS CONCLUSÕES - Em educação criativa quem trabalha não é o professor, é o aluno, que sai da aula cansado, cantando e feliz por ter percebido o quanto produziu, consciente de ter crescido. Penso que isso é EDUCAÇÃO, não MEMORIZAÇÃO DE REGRAS e que educar não é PREPARAR PARA O VESTIBULAR, mas, sim, PREPARAR PARA A VIDA. Os processos seletivos (vestibulares) não podem ser o objetivo da educação, mas, sim, uma maravilhosa consequência de uma escola que fortalece tanto seus alunos para que eles passem nestes exames naturalmente, sem opressão